Sossego, corpo entregue ao torpor.
Caído, exposto á sol e ar.
Frescor…
Devagar, bem devagar levanto,
toda em azul claríssimo, brincando de espantar, o ar.
Movo para cá e para lá, ao redor,
até um vórtice iniciar.
Só… com o ruído ínfimo do movimento.
Sentindo a brisa, tocando-a.
Ela chega suave, apóia minha mão
e, comigo começa a rodar.
Logo, não vejo mais cor,
só sinto [...]
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