“Você não me entende…
Uso de franqueza, abertura, deixo você livre pra perceber o que quero, o que gosto. Sou transparente…”
Transparente pra quem cara pálida?
Para mim, não…
Para quem está a seu lado?
Também não. Já fui lá, perguntei, não têm a menor idéia do que você pretende.
Para quem convive com você a muito tempo?
Tá brincando? Não sabem pra onde você vai, agindo desta forma.

Portanto, conta aí: – Pra quem você é transparente?
Talvez esse, seja um de seus sonhos, a viagem a um de seus ideais, chegar a transparência.
Por enquanto, fora de você, ninguém sabe nada sobre o que espera, o que quer.
Sai daí… Olha pra você, daqui de fora, please…
Agora, diga pra mim, você é mesmo transparente?
Arquivado em: Argumentos


