Princípios
CONTATO
Contatar o outro requer acesso ao código, script do verbo comunicar.
Estamos diante de uma questão das mais delicadas no momento, a comunicação global. Desconhecemos a cultura de cada um, desconhecemos seus valores, suas crenças e desconhecemos principalmente seus limites personais. Porém, há códigos de conduta aceitos de forma quase universal.
- Aceitar-se
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- Carl Rogers afirma: “A pessoa tem a capacidade de, em um ambiente de total empatia, contatar o que há de melhor em si.” Com este pesquisador nasce a TCC - terapia centrada no cliente.
- André Rochais segue este princípio e desenvolve técnicas de aplicação para trabalho semelhante, conhecido entre nós como:
PRH - personalidade e relações humanas. - Dale Carnegie, dentro deste conceito, estabelece suas regras básicas para as Relações Humanas. Pesquisadores que acreditam: “somos em essência, lá nas profundezas de nosso ser, dotados, capacitados para tudo o que é bom.”
- Portanto, no mais profundo de nós, há luz. Somos em nosso “rochedo de ser” essencialmente bons. Precisamos de espaço, alguma técnica, mas principalmente da aceitação de nossa condição humana.
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- Aceitar-se: Análise da lista
- Aceitar-se: A dúvida
- Nada de guerra ao coração
- Agredimos nosso fígado e culpamos o coração.
Que alimentos obrigamos nosso fígado a digerir?- A rigor, o chinês identifica cinco diferentes expressões do TAI CHI – Madeira, Fogo, Terra, Metal e Água. Em razão desse simbolismo arquetípico, Fígado, Baço-Pâncreas, Pulmão e Rins, expressam no corpo a dinâmica cósmica, psíquicamente representada por afetos e emoções chaves. Nessa trama interativa, o Coração – sede do grande SHEN, a síntese do psiquismo – ocupa o topo hierárquico. E, embora o nível de consciência resulte das interações dos cinco órgãos-sede do SHEN, se pode falar da atividade do Fígado, representante do movimento germinativo da Fase Madeira, como uma função relativamente decisiva na condução dos comportamentos.
Juracy Cançado, em A Alquimia da Raiva
- Agredimos nosso fígado e culpamos o coração.
- Livre Arbítrio
- O direito que se tem de não ter boa vontade
Texto: Convivendo com a má vontade no Cap. V - Evitando conflitos
Livro sobre a Inveja: ISBN 85-312-0911-0 de Nilton Bonder
Uma história relatada no Talmude (B.B. 7a) retrata uma situação perfeita para a análise da má vontade.Esse texto marcou para mim uma mudança de paradigma.
Convivi com a má vontade, e me entristecia. A pergunta: - o que custa?, martelava em minha cabeça. O direito do outro discordar, não colaborar, está implícito no livre arbítrio. Enquanto não consegui respeitar essa lei, como um princípio inviolável, sofri muito. Perceber que a escolha do outro era, para ele, a melhor que poderia manifestar, mesmo que fosse a pior para mim, foi uma bandagem asséptica em ferida ardente.
Pensava eu, que o fato de alguém discordar, se devia a minha péssima argumentação. Foi dureza entender que nada tinha a ver comigo, nesse momento, eu era apenas uma insignificante criatura diante de uma escolha pessoal e intransferível, o direito cósmico ao livre arbítrio.
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- O direito que se tem de não ter boa vontade


