Crie significados

Guy Kawasaki, em A Arte da Inovação, diz: Crie significados! Cita um texto usado em uma propaganda da Nike – Autêntica Performance AtléticaContinue lendo

Tropa de Elite

Incrível os poucos comentários que tenho ouvido sobre um filme tão forte e brilhantemente representado. Apesar de matérias como a da BBC que cita “El País”:

“O longa-metragem não deixa ninguém indiferente. Há os que o aplaudem de pé e os que se incomodam com as cenas de tortura, mas ninguém fica impassível”, diz o diário espanhol.
“Além do mais, é uma bofetada na classe média que consome drogas: diz sem meias palavras que cada cigarro de maconha ou cada grama de cocaína que se compra contribui para que floresçam mais traficantes, mais violência, e mais mortes.”

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A natureza do amor

“… a atração entre duas pessoas acontece por três vertentes comuns:
1. Alteração do estado mental (ocasionada pelo aumento do neurotransmissor dopamina);
2. Padronização de comportamento com o intuiuto de chamar a atenção da pessoa
amada (provocada pela queda da serotonina, um outro neurotransmissor);
3. Ocorrência de pensamentos intrusivos sobre esse indivíduo.”

Essas são as reações bioquímicas dos corpos humanos envolvidos em “paixão”. A pesquisa é da psiquiatra Continue lendo

Identidade vs. Futuro

[…] quem busca a sua identidade fora de si está condenado a viver na ausência de si mesmo, movido pelas opiniões e desejos dos demais […]

[…] Fala-se muito em adequar a educação às necessidades ou condições que prevalecerão no futuro.
Isto é surpreendente por três motivos:

a) – Não sabemos como será a vida no futuro e qualquer predição nesse sentido é apenas uma extrapolação do presente.
Mas, se é o presente que nos preocupa, o qual de alguma maneira não é satisfatório, do modo que a educação está em crise, podemos pensar num futuro definido desde esse presente como uma continuação dele?
Se o presente que vivemos surgiu de nosso modo de pensar e sentir e não gostamos dele, podemos aceitar um futuro que surge desse mesmo modo de pensar e sentir?  Continue lendo

As palavras e os sentidos

“Ora (direis) ouvir estrelas!”
É de Olavo Bilac a primeira poesia que me foi formalmente apresentada.
Antes, as palavras que descreviam os sentidos eram músicas: “De muito longe vem uma canção, suavemente como uma oração e um anjo azul entre bruma e véu veio abrir pra nós os portões do céu…” – Moacir;
“Tu és divina e graciosa estátua magestosa do amor por Deus esculturada e formada com ardor da alma da mais linda flor…” – Pixinguinha;
Eles e J. G. de Araújo Jorge nomearam meus anseios de vida, meus planos para íntimas relações.
Em Silenciosamente J.G. mostrou, para mim, o que é intensidade: Continue lendo