A maturidade emocional

A maturidade emocional é tão necessária quanto a mental e física. Negá-la, ocultá-la, educá-la via mental não vai funcionar.

O aprendizado é através de outro sensor
Acessos mentais, do tipo força do pensamento, conversa, etc…,  não são suficientes para a maturação emocional. Portanto, se seus sentimentos, suas crenças, suas necessidades sutis pedem um espaço de existência, nada será capaz de modificar essa emoção, ela traz em si uma força primordial –  a existência.

Quando o emocional falar, aquele setor responsável por suas escolhas mais íntimas, aceite-o como veio ao mundo. A confiança é a base para a comunicação. Crítica, força, agressões, não exercem nenhum poder sobre a avalanche conhecida como emoção. A confiança e o respeito, pela condição em que se encontra essa delicada função humana, a conduzem ao estágio necessário, para acompanhar o resto da estrutura.

Atualmente, o padrão é deixar as emoções ao sabor da maré, enquanto se cuida do corpo e da mente. É comum a certeza de que as crenças vêm da má formação da mente. Caso seja uma dessas pessoas, acrescente mais uma informação ao seu mental: “A forma como sente, o tempo que dedicou aos seus sentimentos, terá imensa influência no mental e nas estruturas de suas crenças”.

Não há como pensar equilibradamente, se o sentir está em desequilibrio. Este vetará certos acessos por medo e outros motivos desconhecidos. Por ser de natureza sutil, não espere perceber quando foi impedido, o sentir utiliza caminhos que o mental desconhece.

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