Volta e meia, meia volta

Das pessoas que eu oriento, não raro perguntam: Você escreveu aquele post e parece que foi para mim, pois é assim que me sinto. O que você escreveu, por um acaso, captou de mim?

Fico grata pela sintonia e o carinho. Mas, não.

Escrevo, no geral, com base em estudos e pesquisas. O discurso é na primeira pessoa, mas não necessariamente um vivido, e sim observações e leituras que por vezes são tão recorrentes que fazem eco em mim. Escrevo como se fosse pessoal, me parace mais fácil, afinal é um blog. É o esperado.

Em casos de captação, “se” eu souber de quem captei (captação não é uma ciência exata), não acredito que deva publicar. É algo íntimo e pertence a outra pessoa.

Uso como exemplo, o post anterior. Quando quero dar um exemplo de um comportamento vermelho, um modo de agir “vermelho” utilizo um personagem de “Dança com Lobos”, Cabelos ao Vento. No filme há uma fidelidade as atitudes de uma energia vermelha. O personagem espelha com grande pertinência as atitudes dessa energia-cor, útil para se entender grande parte das ações do povo latino e seu vermelho destacado.

É da natureza do vermelho expressar o que sente, sem se importar em ser oportuno ou não, se faz diferença ou não… é o vermelho em ação.

Volta e meia, dou meia volta para demonstrar uma energia em ação. Parece que nesse caso… consegui.

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