O que você teme beija-flor?

Vôo sempre apreciado, a magia de um pássaro encantado.Beija-flor de veste preta by maracazani -Flickr
Oh  perfeição!  Beleza  e  harmonia  silenciosa,
divina rapidez em um ato inesquecível!

Sei que seu encanto rendeu-lhe gaiolas e morte.
Sei que lhe rendeu perseguições e armadilhas quase invisíveis. Sei também que cercaram as flores e não lhe permitiram acesso, que ficou sem lugar para ninhos, sem o trabalho de polinizar e encantar. Sei de tudo isso…

O que teme beija-flor, quando outros beija-flores você vê?
Beija-flor Tesoura by Flávio Cruvinel Brandão
Tão belos… temes que a eles também queiram aprisionar, possuir, impedir, temes que os pressionem para que esqueçam que nasceram com tamanha missão que aos humanos seriam só um flash da visão?

Por onde passa beija-flor, você é pura magia! O que faz à flor é transportar vida, como aos humanos é capaz de em breves momentos acordá-los para a beleza e o viver!

Que a dor de sua prisão, não seja tão grande que modifique a natureza de todos os beija-flores. Que sua dor tão grande não imprima na alma de todos os beija-flores, que a vida não vale a pena ser distribuída.

O beija-flor Calypte anna é mais veloz que um caça, sua aceleração atinge 10G.
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Observar não é vivenciar – tenha cuidado ao opinar

O pesquisador, Dr. Eliezer Cerqueira Mendes é médico graduado pela Universidade Federal da Bahia, 1957. Do que sei, é um cirurgião, obstetra e um conceituado psiquiatra.

Personalidade IntrusaEu o conheci em seus trabalhos de campo, que eram chamados de “encontros terapeuticos”, é assim que lembro. Nesses encontros eram demonstradas suas observações, as técnicas que percebia e aplicava. Quem participava era a um só tempo ajudante e ajudado, explico melhor, tanto aprendíamos como experienciávamos suas teorias. É uma técnica de aprendizagem que aprecio. Vivenciar, para mim, é a melhor forma de saber.

O Processo de Captação – A minha experiência
No primeiro trabalho de grupo do Dr. Eliezer que eu participei, não conhecia nada sobre Espiritismo e praticamente nada sobre Candomblé, ou Umbanda, e tão pouco sobre os Carismáticos. Nesse dia, uma das práticas envolvia música, alguns exercícios (olhos de leiga) e depois todos deitavam no chão em colchonetes da academia e a instrução era não fazer nada só se deixar ficar ali após todo aquele exercício. O tempo que ficamos assim, para mim não é preciso, depois sentamos todos, em semicírculo. Continue lendo